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Posts Etiquetados ‘Negócios’

Novo perfil do consumidor

O perfil do consumidor esta mudando com já pudemos perceber. O Observatório de Tendências Ipsos analisou as novas tendências e apresentou sete perfis de consumo. “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição”, é o que diz Clotilde Perez, coordenadora geral da Ipsos.

1 – Go Bubbles: Eles se conectam apenas em seus microcosmos. São os consumidores que querem tudo ao mesmo tempo, tem pressa para isso e são seletivos. A procura por informações, o livro acesso a conteúdo e a agilidade de comunicação fez que com a tecnologia passasse a fazer parte constate na vida do consumidor. Porém eles não buscam tudo sem distinção, tem prioridades e interesses, estar on-line não é ter conhecimento sobre tudo que se passa no mundo, mas sim estar próximo apenas do que te interessa e interagir apenas com isso, microcosmos.

2 – HiperSense: Gostam de ter novas emoções, de sentir algo novo. Surpreender e ser surpreendido, essa é a ordem desse público. Manifestações elaboradas de expor suas idéias, de sentir, de misturar. Procuram a diferenciação, maximizar os sentidos.

3 – Vênus Fever: Homens e mulheres “disputam” o mesmo espaço, já não há mais preconceito como antigamente, de que mulher tinha que ficar em casa e que homem não podia demonstrar sentimento. Hoje a idéia é compor, ser livre e flexível, dar espaço e preencher espaços.

4 – Living well: Bem estar, essa é a ordem desse grupo. Sem cobranças, sem exigências demasiadas. Se valoriza o presente, mas lidam com um conflito para essas pessoas, finitude e longevidade, tem que ser hoje pois amanhã pode acabar e tem que ser todos os dias porque pode durar anos. Generosidade faz parte desse público.

5 – ID Quest: Valoriza a memória afetiva e a tradição. Esse público procura suas raízes, querem conhecer seus antepassados. Amigos e família são a base da vida, mesmo que o contato não seja diário. Gostam de tudo que remete ao passado, imagens, objetos, fazem coleções e gostam de remakes. As pessoas são como mosaicos e deve-se respeitar cada pedaço desse desenho. Os ID Quest são “patchwork identitário”.

6 – My way: Personalização, foco no indivíduo, tudo é customizado para agradar exclusivamente uma pessoa. Os My way se inventam, passam por diversos estilos mas nunca saindo do seu centro. Criatividade é a chave para fazer a diferença.

7 – Know your rights: Consumo crítico e ético são as características desse público. Consumo responsável, lojas gratuitas e moderação de impulsos. São contra indústrias e empresas que quebram as regras e conceitos, se manifestam contra o que não concordam e elogiam boas atitudes. Excesso de consumo não combina com esse público.

Dentre essas mudanças temos o crescimento de consumo na classe C. Uma pesquisa da Datafolha aponta que há mais crianças da classe C matriculadas em colégios particulares do que a classe A. Além disso, os jovens dessa classe têm mais estudo que os pais e por conseqüência mais influência nas decisões da família.

Outro ponto é que os consumidores buscam produtos que oferecem mais benefícios a saúde e que sejam sustentáveis. Essas características fazem toda a diferença. Em geral, os consumidores buscam por prazer, bem estar, praticidade, qualidade, confiabilidade, ética e sustentabilidade. Isso porque as pessoas buscam melhor estilo de vida.

Fonte: Mundo do Marketing

Deseje estar três passos à frente

“Um passo à frente é fácil, mas não é o suficiente. Se você estiver apenas um passo à frente, estará liquidado antes de começar. Dois passos à frente é uma distância tentadora. Isso significa que todos entederam o que você fará quando oferecer seus produtos. Dois passos à frente querem dizer que você conseguirá recursos de capital sem esforço. Entretando, isso é um problema porque os caras realmente espertos estão três passos à frente. Eles são os desbravadores e os pontas-de-lança. São os que inventam a próxima geração. É mais difícil vender a idéia, mais difícil construir e mais difícil explicar à sua sogra, mas é o que realmente vale a pena desenvolver”

Seth Godin em “O futuro não é mais o mesmo e 182 outros paradoxos do mundo dos negócios”, página 192.

Marketing Contemporâneo – Cliente e tecnologia

Com as novas tecnologias em alta o marketing esta mudando, afinal, os consumidores mudaram, precisamos nos adequar.

A ordem do marketing contemporâneo é relacionamento. Não basta só saber vender para seus clientes, é necessário manter contato, oferecer o melhor, estabelecer um relacionamento consistente.

Porém, poucas empresas estão nesse caminho, algumas já estão no novo meio, mas sem estrutura, estão fazendo de “qualquer jeito”, outras estão pensando em como fazer e há ainda as que acreditam que ainda não seja a hora. Para tudo! A hora é agora, quem demorar a entrar nesse novo mundo vai ter problemas depois para recuperar o tempo perdido. Mas claro, tenha sempre um planejamento de ações, saiba exatamente o que você quer e como utilizará as novas ferramentas.

Um dos grandes desafios do marketing contemporâneo é conhecer exatamente sua empresa, seu cliente e suas formas de comunicação. Além disso, monitorar com frequência o que é falado sobre sua empresa.

Com o monitoramento é possível defender sua marca, estreitar o relacionamento com seus clientes e ainda fazer com que eles façam parte no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Um exemplo perfeito disso é o Fiat Mio, a montadora promoveu interação com consumidores através do site www.fiatmio.cc, onde todos podiam enviar idéias e sugestões para o novo carro, a empresa coletou cerca de 7 mil idéias. O Fiat Mio vai ser apresentado em São Paulo, no Salão Internacional do Automóvel, ainda este ano. Uma empresa que oferece espaço para seus consumidores falarem dela, dar sugestões, participar de certa forma da empresa, ganha muito crédito com seus clientes. Ofereça espaço e monitore o que esta na rede, esse é um dos pontos chave.

Outro ponto forte são as vendas. Os clientes procuram e compram produtos e serviços através da internet. Só decidem uma compra após muita pesquisa, ou seja, na hora de adquirir o produto o consumidor esta muito bem informado sobre o que quer, seja na compra online ou na loja de sua região.

Conteúdo é primordial, ter um site completo é essencial, porém tudo tem que ser bem simples. Sites e redes complexas atrapalham a visibilidade da empresa, o internauta não tem paciência para navegar em meios complexos e tumultuados. Sites pesados desanimam a visualização, as páginas precisam ser leves.

A inovação também é necessária, é questão de ordem para qualquer empresa. Em meio a tantas mudanças e tantas ofertas quem ficar parado morrerá cedo ou tarde. Galli, da ESPM, diz que “vivemos a cultura beta, da descartabilidade. Vemos versões atualizadas todo momento. O consumidor incorporou isso e o desafio das marcas é procurarem inovação sem perder a essência”.

Em meio a tantas oportunidades é preciso integrar tudo isso, é o que chamamos de “mashup”, onde se integra duas ou mais interfaces digitais, como Youtube, Twitter, Orkut, entre outras. A integração proporciona diversas possibilidades para diferentes ações.

Para suas ações darem certo não basta apenas incluir as redes sociais e as diversas mídias digitais em seu marketing. É necessário conhecer a fundo sua marca, seu cliente, o mercado e o meio do qual deseja fazer parte. Dessa forma a comunicação com seu público fica muito mais fácil e pode proporcionar um bom retorno.

Fonte: Mundo do Marketing

Google – monopólio gigante (Ministra alemã sugere medida)

A ministra alemã, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, disse que o Google está se tornando um monopólio gigante, assim como a Microsoft, e pode sofrer ações legais.

Para a ministra, a empresa tem muita informação sobre os cidadãos. Ela sugere que se tenha mais transparência sobre os dados que a empresa detém, para que os usuários saibam o que esta acontecendo com suas informações.

Através de um porta-voz na Alemanha, o Google relatou que a política de transparência com seus usuários é central e que estão em constante trabalho para melhorar essa questão.

Fonte: Folha Online

França estuda “Taxa Google”

A França estuda uma proposta para melhorar a oferta legal de bens culturais online. A comissão apresentou 22 propostas para a chamada “missão Zelnik”, entre elas esta a criação de uma taxa sobre renda publicitária online, apelidada de “Taxa Google”. O objetivo dessa medida é incrementar o apoio a industrial cultural francesa.

A proposta é taxar entre 1% ou 2% o total das receitas publicitárias dos motores de busca, isso pode gerar uma renda entre 10 e 20 milhões de euros ao ano. Esse dinheiro seria revertido para a cultura, em especial as mais afetadas pela revolução digital.

A “Taxa Google” seria aplicada apenas nos grandes motores de busca, como Google, Microsoft, Yahoo, entre outros.

Nicolas Sarkozy sugeriu ao ministério das Finanças fazer uma análise do mercado, para saber mais sobre as atividades publicitárias do ponto de vista fiscal, pois os motores de busca já são taxados nos países onde têm sede.

Marca é identidade

Alguns dizem que a marca é apenas uma representação simbólica de uma empresa, produto ou serviço, um símbolo, seja ele um nome ou um desenho, que permite a identificação.

Porém, não é apenas isso. A marca é mais que um símbolo ou um nome, ela representa o valor, o diferencial, o estilo, os benefícios que a empresa ou produto pode oferecer. A marca é a identidade da empresa ou do produto.

Seth Godin diz que “uma verdadeira marca é algo em que o valor da auto-estima supera em muito a utilidade do produto” e ele tem toda razão. É diferente vestir uma camiseta “XingLing” e uma camiseta da D&G, ou então usar uma caneta qualquer e uma caneta Mont Blanc. Uma marca de destaque é sinônimo de prestígio, de notoriedade, e isso com certeza reflete na visão que o consumidor tem sobre você.

A empresa que possui uma marca diferenciada tem poder para praticar os preços que quiser, depende apenas de quanto seu consumidor esta disposto a pagar. Além disso, no ponto de vista da contabilidade a empresa passa a ter valor maior do que o tangível. Se a Nestlé fosse vendida, por exemplo, sua marca seria um dos determinantes do preço.

Uma boa marca trás diversos benefícios como estabilidade, liderança, tendência ao crescimento, fidelização de clientes, valor econômico, entre outras coisas.

Tela flexível com 5,6mm

A empresa Bridgestone, fabricante de pneus, anunciou que desenvolveu uma tela flexível para a próxima geração de leitores digitais.

O novo protótipo utiliza uma tecnologia de papel digital, que possibilita dobrar a tela. Além disso, o aparelho exibe imagens meso quando esta desligado, o que proporciona economia de bateria. A tela é bem fina, com 5,6mm de espessura, e tem aproximadamente 11 polegadas.

Porém a empresa comunicou que não venderá o leitor digital, mas venderá sua tecnologia para empresas que se interessarem.

Fonte: G1

Ética

Ética

Falar sobre ética parece meio “batido”, todo mundo conhece esse assunto, mas é que estou indignada com alguns acontecimentos.

O termo ética é proveniente do vocábulo grego Ethos que significa costume, maneira habitual de agir, índole, caráter. Não existe meia ética, ou você é ou não é. E eu sinto muito em saber que até mesmo em micro empresas existem pessoas de caráter duvidoso.

Algumas pessoas em empresas, seja ele funcionário ou presidente, desconhecem o que é o respeito e não tem boa índole, além disso, essas pessoas acreditam que todos são como eles, que ninguém tem ética, e são capazes de coisas absurdas para se darem bem ou para prejudicarem alguém que é melhor que eles ou não concordam com suas atitudes.

É… nós achamos que coisas abusivas só acontecem na TV, ou no máximo no governo ou em grandes empresas, mas não, a falta de ética esta em todo lugar, até mesmo nas micros e pequenas empresas.

Mas, felizmente, nem todo mundo tem seu preço, nem todo mundo se vende… ainda existe gente honesta. O mundo ainda tem salvação (rs). Agradeço todos os dias por ter pessoas desse tipo ao meu lado, pessoas éticas, responsáveis, de excelente caráter, que valorizam muito mais a família e os amigos, do que o dinheiro e o poder. E são essas pessoas que vou preservar ao meu lado.

Business intelligence

O BI oferece suporte a gestão de negócios, amparando tomadas de decisões. O termo BI refere-se à coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações.

As empresas utilizam BI para avaliar o ambiente, recolhendo informações sobre o mercado para saber qual será o próximo passo a ser dado. As primeiras informações são recolhidas na própria empresa. Demais informações podem ser encontradas em pesquisas de clientes, concorrentes, mercado, aspectos financeiros, econômicos, tecnológicos, entre outros.

O TI no processo de BI. Existem softwares específicos utilizados nessa área, que ajudam a controlar todas as informações recolhidas e auxiliam na tomada de decisão. Os programas usados nessa área devem ser adaptados para cada caso, dependendo do recolhimento de decisões e das análises.

 Existem dois tipos de sistemas, o OLTP (Online Transactional Process) para administrar o dia-a-dia, mas não serve para fazer o planejamento estratégico, pois trabalha com coleta de dados bidimensionais. Esse tipo de sistema é útil para relatórios de vendas de determinado produto por região, por exemplo. E o OLAP (Online Analytical Process), que é mais indicado ao planejamento, esse sistema oferece uma visão multidimensional e utiliza os dados de um ou mais sistemas OLTP e arquivos particulares (como planilha de excel, por exemplo), pois tem função de análise. Esse sistema tem um processo, chamado Carga Incremental, onde se agenda quando serão feitas as análises, esses agendamentos vão de acordo com a quantidade de dados existentes.

Para finalizar algumas dicas de como implementar um bom programa de BI, para isso devemos analisar algumas questões como: metas, coleta de informações (qual o processo e suas necessidades), custos e riscos estimados, cliente (quem se beneficiará do programa), mensuração metodológica (método para determinar a melhor maneira de medir os resultados) e resultados (monitorar o processo e ver se está tudo certo, às vezes é necessário mudar algumas coisas).

Gente!! O assunto e muito extenso, mas acedito que deu para termos uma base.

Gestão de negócios

Hoje em dia, com as constantes mudanças mercadológicas, escutamos falar muito em gestão estratégica de negócios. Mas o que é isso?

 A gestão estratégica de negócios é um processo que visa planejar, gerenciar, executar e acompanhar os objetivos da empresa. Essa gestão deve estar sempre no foco dos administradores para que possam adequar suas ações conforme as mudanças do mercado. Alterações são comuns e a gestão estratégica é essencial para se atingir bons resultados nesse mercado turbulento, tanto para pequenas empresas como para as gigantes do mercado.

 Para essa gestão é necessário se ter um conhecimento profundo do ambiente externo, que abrange a economia, a política, o jurídico, demografia, tecnologia, ambiente social, responsabilidade ambiental, concorrência (inclusive novos entrantes e produtos/serviços relacionados), tendências, entre outras coisas, e o ambiente interno, onde temos as finanças, os recursos humanos, produção, marketing, administrativo, enfim, é necessário analisar todos os departamento e acontecimentos da empresa em questão. Somente com essas análises é que podemos visualizar as oportunidades e ameaças do mercado e pontos fortes e fracos da empresa.

 O plano para a gestão estratégica de negócio deve ser real, deve constar as oportunidades e também ameaças que podem ser encontradas no caminho. O acompanhamento deve ser diário, só assim a gestão pode obter os resultados desejados e pode se adaptar ao mercado, que, muitas vezes, muda bruscamente. Por isso é essencial que se tenha informações coerentes e relevantes para as atividades. Estar sempre atento ao mercado e a empresa é imprescindível.

 Dicas para gestores

- Os gestores precisam ter a visão exata da empresa e do mercado;

- Não guarde informações para si, o bom líder não tem medo de dividir e ensinar o que sabe;

- Priorize a comunicação dentro de sua empresa (vertical e horizontal), isso fortalece sua equipe;

- Fique atento a todos as fontes de relacionamento da empresa, clientes, fornecedores e colaboradores;

- Bom líder é aquele que sabe ouvir. Escute seus colaboradores, se importe com eles, valorize-os. A satisfação de sua equipe influência no desenvolvimento da empresa.

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